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O leite, é bom ou mau para a sua saúde?

 

 “Bebe leite para ter os dentes saudáveis e os ossos mais fortes”... Isto é o que sempre se nos aconselhou desde a infância até á maturidade, e pelo o que a industria leiteira se preocupou em manter. No entanto, resulta contraditório que numa sociedade na que se consomem grandes quantidades de lácteos haja tantos casos de osteoporose, uma doença relacionada com a falta de cálcio, assim como riscos de padecer cancro de ovário ou próstata.   

 

Pare um momento e pense na quantidade de leite e derivados que ingere habitualmente. Se for á cozinha e abrir o seu frigorífico é provável encontrar, além de leite, outros produtos como queijo, manteiga, iogurtes, natas para sobremesas... e um sem-fim de alimentos procedentes da vaca. Parece que os lácteos ocupam um lugar importante nas despensas de muitas famílias. Mas, é assim tão saudável?

 

Os departamentos de saúde de diversos governos ocidentais promovem a importância do seu consumo. De facto, recomendam às crianças tomar um copo de leite por dia durante as aulas. A pirâmide alimentar clássica também destaca o leite ao lado da carne e o peixe devido ao seu alto conteúdo em proteínas, ferro e cálcio; de forma que se aconselha beber até quatro copos no caso das pessoas com mais necessidade de cálcio, como “as mulheres em período de menopausa que precisam de 1.500 quilogramas frente ás 800 requeridas normalmente”, consoante indica o naturista espanhol Txumari Alfaro no livro Medicina Biológica. Na verdade, o nosso organismo necessita tanto lácteo para nos manter fortes?

 

O mito do cálcio

 

O leite foi pensado para ser mamado e não para ingerir depois de ordenhado. No entanto, os seres humanos continuam a bebê-lo depois do destete. Somos a única espécie que inclui este alimento na dieta, em quanto que os animais o rejeitam a partir da idade adulta. Qual é o problema? A sua relação com numerosas doenças. A finais do século XVIII os médicos começaram a recomendar apenas o leite de vaca devido à escassez do leite materno para alimentar os bebés.

 

Anne Marie Colbin, especialista de saúde e autora do livro Food and Healing. How what you eat determines your health, your well-being, and the quality of your life, explica que os lácteos duplicam o risco de sofrer um cancro de próstata o de metástases, que pode provocar autismo, criar mucosidade nos intestinos, desequilíbrios no aparelho respiratório, problemas de fibromialgia e outras dores crónicas. Ressalta também que estes alimentos contêm muita gordura. Por exemplo, a que está presente no queijo bloqueia o fígado e, muitas vezes, acumula-se nos músculos, ancas e braços.

 

Os principais fatores que ocasionam estes problemas são o excesso de açúcar que contem o leite (como a lactose e a galactose); assim como o seu alto conteúdo em fósforo e proteína que requere, por um lado, um enorme esforço dos rins e, por outro, provoca uma grande acidez no sangue. Para equilibra-la, o corpo recorre ao cálcio, primeiro dos alimentos, e depois dos ossos. Por isso, é que os esquimós são os animais que apresentam o índice de osteoporose mais alto do mundo.

 

A pesar da falsa crença dos benefícios do leite, existem muitas alternativas saudáveis para obter cálcio, como por exemplo dos alimentos vegetais: frutos secos, sementes de chia e sésamo, legumes, algas marinhas e cereais integrais. Ainda achas que deves consumir lácteos?

 

 

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