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Não somos o que comemos, sim o que metabolizamos

O bom estado de saúde não só depende da qualidade e da quantidade daquilo que comemos, senão da correta combinação dos alimentos. Isto permite-nos melhorar a digestão e assimilar eficazmente os diferentes nutrientes. Ademais, requeresse menos energia e o resultado é que o organismo pode concentrar-se noutras funções, como restaurar células e depurar o corpo. Como consequência desta poupança de energia, a pessoa perde peso e o seu estado de ânimo melhora, já que se sente mais leve e menos cansado após as refeições.

 

Mas em quê se baseia a teoria da combinação dos alimentos? As pautas para misturar corretamente todos os ingredientes que estão ao nosso alcance surgiram no século XX durante o movimento higienista, liderado pelo doutor estado-unidense William Howard e seguido pelo naturista Herbert M. Shelton. Esta teoria centra-se básicamente em que os diversos grupos de alimentos requerem diferentes tempos de digestão e precisam de algumas encimas no estômago e nos intestinos para levar a cabo este processo corretamente. Se a comida que ingerimos não se descompõe bem, pode provocar putrefação e, por tanto, gera gases, acidez, inchaço e prolifera bactérias. Isto quer dizer que de nada serve alimentar-se de forma saudável, comprar produtos biológicos e confecionar receitas vegetarianas se depois a comida apodrece dentro dos nossos intestinos.

 

Para que isto não suceda é importante entender o conceito das encimas. São proteínas que permitem reações metabólicas e digestivas, que atuam no processo de descompor os alimentos em nutrientes elementários (aminoácidos, glucose, ácidos gordos...), assim como de absorve-los e assimilá-los.

 

Cada encima atua sobre um tipo de alimento e baixo umas condições concretas de acidez ou pH, de forma que se não se dão as circunstâncias necessárias, a comida ingerida fermenta e apodrece dentro do corpo. É precisamente nesta situação que as bactérias e fermentos orgânicos geram produtos tóxicos que passam diretamente ao sangue. 

 

Existem diferentes tipos de encimas digestivas. A ptialina atua sobre os amidos (milho, arroz, quinoa, trigo sarraceno...) na boca; a lipasa actua sobre as gorduras no pâncreas e nos intestinos, a pepsina atua sobre as proteínas no estômago e a amilasa atua sobre os açucares no pâncreas e nos intestinos. As duas primeiras produzem-se num meio alcalino, em quanto que as três últimas num ácido. É importante entender isto, já que se deve evitar misturar alimentos que precisam diferentes graus de acidez para a sua metabolização. As piores combinações são: ácido com doce, gorduras com doce, proteínas com amidos... Por exemplo, comer laranja e banana numa só sobremesa não é o mais idóneo, pois gera problemas digestivos ao tratar-se de uma fruta ácida e uma doce.

 

 

10 regras básicas para combinar os alimentos

 

  1. Comer só quando se tem fome. O corpo é muito inteligente, sabe quando tem de urinar, defecar, comer... Por tanto, se ele não pede alimento é porque ainda está a processar e a assimilar os alimentos da última refeição. Comer sem fome congestiona o sistema digestivo e o processo natural de depuração do corpo.Não misturar proteína e amidos. Então o farrapo velho e a carne á alentejana não se devem comer? Não são as melhores combinações. Quando misturamos carne e batatas, o corpo precisa de varias horas para fazer a digestão de estes alimentos. Ademais, é provável sentir mais cansaço e inchaço na barriga.

  2. Os vegetais sem amido podem-se misturar com tudo, excepto com a fruta que só combina com os legumes de folha verde.

  3. Podem-se combinar todo tipo de amidos, como o arroz, a quinoa, o milho, o trigo sarraceno...

  4. Evitar misturar diferentes proteínas de origem animal (carne, peixe...) devido á diversidade de aminoácidos que contêm. Ainda que as proteínas vegetais se digerem mais rápido, os grãos como o feijão frade, o preto ou o catarino também se devem comer sozinhos.

  5. Não combinar proteínas com gorduras. O azeite de oliva e as azeitonas são exceções, já que se consideram alimentos neutros pelos que têm: os ácidos oleicos.

  6. Ainda que se digere muito rápido, a fruta convém comer sozinha, é dizer, afastada do resto das refeições. Em vinte ou trinta minutos está fora do estômago. Imaginem comer uma peça de fruta depois de uma comida cheia de proteínas e amidos... os açucares presentes nela ficariam retidos a altas temperaturas á espera de ser digeridos e acabariam por fermentar e acidificar o resto de alimentos.

  7. Tudo o que é liquido também se deve ingerir fora das comidas para não diluir as secreções gástricas ou até as próprias encimas necessárias para fazer a digestão. Podemos beber entre um quarto e meia hora antes ou depois das comidas. Tomar pequenos shots de chá de gengibre ajuda a digestão.

  8. Prepara comidas simples, composta por três ou cinco alimentos. Isto facilita a absorção dos nutrientes, além de melhorar a digestão.

  9. Evita os alimentos industriais. A ser possível prioriza o consumo da agricultura ecológica.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

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